esse filme é perfeito, meu god
xantheose:
Big Ben, Little Moon (by darkrigel)
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Nunca aprovo, nem desaprovo, coisa alguma atualmente. É uma absurda atitude para se assumir perante a vida. Não viemos ao mundo para alardear nossos preconceitos morais. Nunca ligo ao que dizem as pessoas vulgares e jamais interfiro nos atos das pessoas simpáticas. Se uma pessoa me fascina, acho deliciosa sua maneira de expressar-se, seja esta qual for. — por (Oscar Wilde - O Retrato de Dorian Gray)
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Você nunca sabe ao certo o que esperar. São essas coisas da vida, acho eu. Primeiro, aqui, baseando-se nessa perspectiva moralista, depois lá, se arrependendo de ter sido dono daquele gênio malcriado. Aí vêm os pensamentos: Deus, eu preciso me neutralizar em meio a esse caos, me faça parar. Não ter base é mais fácil. Não necessitar compulsivamente é mais fácil. Opinião é como um imã para inimigos. Inimigos! Santo Deus! Ter inimigos é coisa de gente ignorante. Mas gente ignorante não é aquela que não se impõe? E se impor, é questão de orgulho ou sabedoria? Se eu falo de mais, é sinal de que não penso naquilo que falo? Ou sinal de que penso de mais? […] Têm que ser feliz. O resto não vale à pena. Você nunca vai viver o suficiente para desfrutar as mudanças que provocou. Patriotismo serve como desculpa? Filantropia? É difícil acreditar que ainda existem pessoas que precisam amar a todos igualmente. Devem ser essas coisas da vida. — por LZ
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Conhecer a si mesmo é inútil, parece,
Mas sempre diverte um pouco…
Coisa assim como um louco que tivesse
consciência de que é louco. — por
Mário Quintana. (via
caminhaodegas)
trialsenderrors:
I wish I could pull this haircut off still. #babypictures #flashbackfriday (Taken with instagram)
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Você salva o mundo salvando uma pessoa de cada vez, todo o resto é um monte de romantismo exagerado e política. — por
Charles Bukowski. (via
vendedor-de-flores)
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Brasil 87: explorado, humilhado, pobre, escroto, vulgar, maltratado, abandonado, sem um tostão, cheio de dívidas, solidão, doença e medo. Cerveja e cigarro na porta do boteco vagabundo: Carnaval, futebol. E lágrimas. — por
Caio Fernando Abreu (via
desvencilhar)